De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, apesar de a política de saúde mental priorizar as doenças mais graves, como esquizofrenia e transtorno bipolar, as mais prevalentes estão ligadas à depressão, ansiedade e a transtornos de ajustamento.
Em audiência na Câmara, diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária descarta possibilidade de liberar o uso das máquinas, proibidas desde o ano passado.